Postado em 16 de agosto de 2021

Comando nacional dos bancários manifestou preocupação por volta precipitada ao trabalho presencial e discutiu protocolo de segurança com os Bancos


O Comando Nacional d@s Bancári@s e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) discutiram na última sexta-feira (13) sobre o processo de retorno da categoria ao trabalho presencial. A preocupação do Comando é com a pandemia, que ainda está causando média de mil mortes diárias. Foi apresentada aos representantes dos bancos a preocupação com uma precipitação na volta ao trabalho presencial e com a necessidade de qualquer processo de retorno ser anteriormente negociado.

“Espero que essa negociação que fizemos impeça qualquer precipitação na volta ao trabalho presencial. Colocamos que bancárias e bancários precisam estar vacinados e mesmo a população precisa ter a vacinação completa. Cobramos cautela, para não ter um retorno em massa. Para os que já estão trabalhando, é preciso ampliar a proteção e por isso também discutimos uma padronização dos protocolos de segurança. Após a Conferência Nacional (3 e 4 de setembro) podemos voltar a conversar sobre o tema”, informou a coordenadora do Comando Nacional e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo] Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.

Especialistas recomendam que qualquer medida de relaxamento no isolamento social somente seja adotada quando pelo menos 70% da população estiver completamente vacinada. Até a sexta-feira 13/08, somente 22,8% da população brasileira tinha recebido a vacinação completa. “Estamos falando de vidas. Não estamos em um quadro tranquilo, para baixar nenhum tipo de proteção” alertou Juvandia Moreira.

Protocolo

A preocupação com a proteção de quem já está em trabalho presencial também foi discutida. Desde o início do ano, o Comando e a Fenaban discutem a padronização das medidas de segurança nos locais de trabalho. Os bancos apresentaram uma proposta de protocolo que foi analisada pelo Comando, que acrescentou alguns pontos. A Fenaban ficou de responder às propostas de mudanças para definir um protocolo único para todos os bancos.

 

FONTE CONTRAF-CUT