Postado em 14 de junho de 2019

Greve Geral paralisa agências bancárias em todo o país


A Greve Geral, convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), demais centrais e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, paralisou agências bancárias em todo o país. De Norte a Sul do Brasil ocorreram atraso na abertura ou fechamento total de agências. “Os bancários e os trabalhadores de uma forma geral compreenderam que precisam lutar para defender o direito de se aposentar”, avaliou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.

“Nós bancários defendemos as empresas públicas para que os brasileiros não tenham que pagar mais caro a conta de energia, o combustível e os alimentos que chegam à nossa mesa”, disse Juvandia, lembrando que a agricultura familiar é responsável por cerca de 70% da produção de alimentos.

“Nós bancários defendemos as empresas públicas para que os brasileiros não tenham que pagar mais caro a conta de energia, o combustível e os alimentos que chegam à nossa mesa”, disse Juvandia, lembrando que a agricultura familiar é responsável por cerca de 70% da produção de alimentos.

Desmonte

Juvandia comentou ainda sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou a venda de subsidiárias de empresas públicas sem a necessidade do aval do Congresso Nacional. “Isso é um retrocesso para nossa soberania. O correto seria um plebiscito para perguntar aos verdadeiros donos, o povo brasileiro, se eles querem torrar o patrimônio nacional”, disse.

Para a presidenta da Contraf-CUT, a venda das subsidiárias enfraquece as chamadas empresas-mães. “Empresas públicas, como a Caixa e o Banco do Brasil, são lucrativas. Não trazem prejuízo para a sociedade. Ao contrário, fornecem recursos para o Tesouro Nacional. Querem vender as operações de maior rentabilidade, que geram interesse no mercado. Aí os bancos públicos não terão condições de realizar as políticas que realizam”, explicou. “Por Lei, o sistema financeiro tem a obrigação de contribuir com o desenvolvimento equilibrado da nação. Os bancos públicos realizam isso. Se não tiver poder de atuação, o país ficará ainda mais desigual”.

Desmonte

Juvandia comentou ainda sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou a venda de subsidiárias de empresas públicas sem a necessidade do aval do Congresso Nacional. “Isso é um retrocesso para nossa soberania. O correto seria um plebiscito para perguntar aos verdadeiros donos, o povo brasileiro, se eles querem torrar o patrimônio nacional”, disse.

Para a presidenta da Contraf-CUT, a venda das subsidiárias enfraquece as chamadas empresas-mães. “Empresas públicas, como a Caixa e o Banco do Brasil, são lucrativas. Não trazem prejuízo para a sociedade. Ao contrário, fornecem recursos para o Tesouro Nacional. Querem vender as operações de maior rentabilidade, que geram interesse no mercado. Aí os bancos públicos não terão condições de realizar as políticas que realizam”, explicou. “Por Lei, o sistema financeiro tem a obrigação de contribuir com o desenvolvimento equilibrado da nação. Os bancos públicos realizam isso. Se não tiver poder de atuação, o país ficará ainda mais desigual”.

Segundo balanço realizado pelas centrais sindicais no início da tarde, aproximadamente 45 milhões de trabalhadores e trabalhadoras foram envolvidos na greve geral. Mas, até o final do dia, ainda ocorrem outros atos conjuntos. Em São Paulo, por exemplo, os trabalhadores se concentrarão, a partir de 16hs, no vão livre do Masp, na avenida Paulista.


  1. Fonte: Contraf-CUT / Sindibancarios