Postado em 2 de agosto de 2021

Debate acerca do atual cenário sociopolítico é feito no primeiro dia da 23ª Conferência da Bahia e Sergipe.


Ocorreu no último sábado (31/07), a 23ª Conferência dos Bancários da Bahia e Sergipe. Inicialmente foi feito um minuto de silêncio em homenagem às pessoas que morreram pelas complicações da Covid-19 e a saudação de lideranças das Entidades Sindicais e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT – CONTRAF-CUT.

Moises Araújo, Diretor-Coordenador do Sindicato dos Bancários do Extremo Sul da Bahia (SINDIBANCÁRIOS), reforçou a importância do encontro dos bancários da Bahia e Sergipe. “Este momento é essencial para debater e fazer uma reflexão sobre a conjuntura política, econômica e social do nosso país; bem como compreender as mudanças que ocorreram no ambiente e relação de trabalho da nossa categoria neste período de pandemia. Debater e refletir sobre esses eixos é fundamental para nos mantermos organizados”, concluiu o dirigente sindical.

Já no encontro, o presidente da Feebbase, Hermelino Neto, falou da campanha salarial 2020, que foi muito vitoriosa. Os bancos acharam que, por causa da pandemia, nós não estaríamos mobilizados e começaram a campanha oferecendo reajuste zero, diminuição da PLR, exclusão de vale alimentação e refeição e diminuição do prazo para pagamento dos afastados por problemas de saúde. Depois de uma intensa negociação, conseguimos reverter a situação, garantindo a manutenção dos direitos e um acordo de dois anos, com aumento real em 2021”.

Os participantes também elegeram a delegação para participar da Conferência Nacional  e aprovaram as seguintes pautas de debate: Fora Bolsonaro!;Vacina no braço, comida no prato!; Xô política econômica de Guedes e Bolsonaro!; Contra o desmonte das estatais; Tire suas mãos sujas dos Bancos Públicos!; Denunciar o desemprego; Pela Frente Ampla de reconstrução nacional; Lutar pela representação de todos os seguimentos do Ramo Financeiro; Defesa da Saúde dos (as) Trabalhadores (as); Defesa do Emprego e pela contratação de mais empregados nas unidades bancárias; Por mais investimento em segurança nas agências; Combate às cobranças excessivas de metas que adoecem; Contra os descomissionamentos arbitrários; Defesa da previdência e dos fundos de pensão dos trabalhadores; Reconhecimento da Patologia da COVID como doença ocupacional e emissão da CAT; Estabelecer regras claras para o Teletrabalho; Não à PEC da Reforma administrativa; Campanha de valorização do trabalho bancário; Defesa dos planos de saúde; Crédito sem burocracia para fomentar a economia.

 

FEEB e Redação SINDIBANCÁRIOS